domingo, 2 de dezembro de 2012

Les Butcherettes




1. Biografia 

Primeiramento conhecido como uma banda feminina, Les Butcherttes foi criada pela vocalista/guitarrista Terri Gender Bender que mais tarde recrutou a baterista Auryn Jolene parcompletar o dueto.Rapidamente acalmadas na cena undergroud do México por suas atuações ao vivo, que incluiam figurino de 1950, fazendo referência à servidão da mulher em tarfeas domésticas, uso de bobs, espanadores e aventais
cobertos de sangue. Teri também coistuma usar sangue artificial, farinha,carne e uma cabeça de porco de verdade,interagindo com o público a maior parte do tempo.

O rápido reconhecimento da banda fez com que ganhassem o prêmio de "Melhor artista novo" e "Melhor disco punk" no Indie-o Awards de 2009.A diferença que a banda tomou, levou Aurie Jolin repentinamente, deixar a banda, culminando com o seu final.Mais tarde, Teri negou isso. Ela mudou-se com a banda para Los Angeles recrutando o baterista Normandi Heuxdalfo. Les Butcherettes tocou em diverso eventos, notavelmente na Hellow Fest 2009, em Monterrey e foi chamada para abrir nos shows de Dead Weather, na Cidade do México e em Guadalajara.




Omar Rodrígues-Lópes do "The Mars Volta" produziu (também contribuiu como baixista) o primeiro álbum da banda, chamado "Sin, Sin, Sin". O primeiro sucesso.



"Henry don't got love", do álbum seguinte, foi lançado em 2010, com download gratuito na página oficial das Les Butcherettes.O álbum ficou pronto em maio de 2011 do selo Omar Rodriguez-Lopez Produções.

Elas começaram excursionando pelos Estados Unidos com a banda "Deftones and The Dillinger Escape Plan" nesse verão, com novo line-up de Teri, bateria com Gabe Serbian (da banda The Locust) e o baixista Jonathan Hischke. Eles foram convidados para a tocar com a banda The Mars Volta em sua turnê européia.


Le Butcherettes/Divulgação
Bem-vindo ao pecado”, convida o teaser de “Sin sin sin”, álbum de estreia da banda mexicana de garage punk Le Butcherettes, formada por Teri Gender Bender (vocais , letras , guitarra , teclados), Gabe Serbian (bateria) e Jonathan Hischke (baixo , teclados) e produzido por Omar Rodríguez-López, que tocou baixo em todas as faixas do CD.
Originalmente como um duo feminino, formado por Teri Gender e Auryn Jolene, a banda surgiu em 2008 com o EP “Kiss & Kill” e apresentações que incluíam Teri e Jolene vestidas como mulheres dos anos 50 , referências à escravidão doméstica da época, com vassouras, espanadores e aventais sujos de sangue e letras como “Fuck me as hard as you possibly can”. O avental continua presente como uma “marca” do figurino de Bender e, segundo ela, o significado está em representar as mulheres que morreram pela causa feminista. A banda rapidamente conseguiu reconhecimento no cenário underground mexicano e em 2009 levou os prêmios de“Melhor Artista Revelação” e “Melhor Álbum Punk” no Indie-O Awards 2009. No mesmo ano, foram convidados a excursionar com Yeah Yeah Yeahs, em sua turnê.

Teri Bender e Auryn Jolene
Entre sangue, cortes de carne crua, cabeças de porco, máscaras e boás de plumas, Le Butcherettes aproveitou a atenção que o mercado musical americano lhe voltou e, finda a parceria entre as musicistas, Teri se mudou para Los Angeles onde continuou a banda com nova formação, escalando o baterista do The Locust, Gabe Serbian e o baixista Jonathan Hischke (Broken Bells), para integrarem o conjunto. De acordo com Bender, foi Omar Rodríguez-López quem sugeriu que adicionassem o baixo à banda, para que as músicas ganhassem corpo nas apresentações ao vivo. Em 2010, lançaram seu primeiro single “Henry Don’t Got Love”, como download gratuito em sua página no Bandcamp. Foi também Omar Rodríguez-López quem apresentou o primeiro show da banda em LA e em pouco tempo, já estavam excursionando com nomes como The Dead Weather e Deftones.



Sobre o envolvimento de Rodríguez-López, Teri Gender comentou: “Acho que teve a ver com a sorte de estar no lugar certo e na hora certa. Fizemos um show, a primeira baterista, Auryn Jolene, e eu e nós tocamos em um bar de Gudalajara, mas a eletricidade acabou. Eu tinha um megafone e disse a todos para não irem embora e assim Auryn e eu fizemos o show acapella, com a bateria e voz. E isto chamou a atenção de Omar e ele nos convidou para tomar um café e nos conhecermos. Mas na verdade tem a ver com não se limitar. Eu não sabia que ele estava lá até depois do show. Você tem que ser impulsivo.”
Em maio deste ano, os Butcherettes lançaram seu primeio álbum (já bem diferente do EP anterior) pelo selo Rodríguez-López Productions, acompanhado do vídeo-clipe de “Henry Don’t Got Love. Com várias referências, de Henry Miller a Tolstói, o álbum de 13 faixas vem repleto de influências do punk rock e já alcançou o primeiro lugar na parada Alternativa no iTunes México. A melódica faixa “The Actress That Ate Rousseau” talvez seja um dos melhores momentos do CD e vale uma audição mais atenta.
Na capa, uma típica família católica, cujos olhos estão tapados por rabiscos e pela palavra sin (pecado). “A família da capa é uma família católica nuclear. Desde que nascemos ouvimos que o pecado ocorre todos os dias e até mesmo nascer é um pecado e a única forma de se redimré ir à igreja. Eu achei interessante haver essa tendência de pensar que temos que compensar tantas coisas ruins que ocorrem cotidianamente na nossa vida sem o nosso consentimento. Cada canção é uma voz diferente e as letras retratam histórias que eu imagino. Eu criei personagens diferentes, com diferentes identidades, problemas e interpretações da percepção humana do pecado”, contou Bender em entrevista ao site Austin Vida.
Segundo Teri Bender, Le Butcherettes não se trata de uma banda típica de rock, mas um projeto artístico onde se pode fazer tudo o que quiser, sem limites. E isto inclui apresentações onde muitas vezes a performance teatral se sobressai à música, como o recente bem sucedido show no festival Lollapalooza, onde Teri canta, toca e dança frenéticamente entre batidas de cabeça, tapas no teclado, corridas em volta do palco, mosh, além de deitar no chão, bater propositalmente a cabeça no microfone e jogar seu sapato pro público.

Teri Bender (Lollapalooza 2011)
Sobre tais performances, Teri explica: “Muita gente acha que eu sou só uma artista performática e que é só espetáculo, mas há um signficado filosófico. Às vezes eu finjo ser a imagem da dona-de-casa perfeita, com saltos e maquiagem, a imagem perfeita do que a garota perfeita deveria ser. Toda música tem um personagem, não sou eu de verdade. É uma Sylvia Plath wannabe, ou a Desperate Housewife, ou Tolstói. Ou Henry Miller querendo amor”.
E afirma ter sido uma artista visual antes de começar a escrever música. “Eu fui para uma escola de artes no México. Nas aulas eu comecei a esboçar coisas como sereias amputadas e também garotas no poder. Eu vivia no meu próprio mundinho. Mas percebi que poderia colocar isso na música. Na cidade onde eu vivia as pessoas eram preguiçosas para ler, então eu quis me expressar de outra forma”, conta. “Eu fui para a Universidade onde eu tinha um uniforme que incluía uma saia. Era algo que eu odiava com todas as minhas entranhas, porque achava que as meninas deveriam ter a opção de usar calças. Fiz minha própria campanha para tentar corrigir o sistema, mas depois decidi que queria envolver isso com música. Isso definitivamente me inspirou a começar uma banda de rock, porque a música tem o poder de informar mais do que petições”.
Apesar do caráter feminista de Teri, a compositora de 21 anos – afirma que sua intenção não é abordar o tema de maneira direta como Bikini Kill e L7 fizeram no passado. “Se eu fizesse isso, não seria sincero. Eu não cresci como uma riot grrrl, sou de uma geração diferente”. Para ela, o feminismo está no privilégio e na liberdade para fazer o que quiser, sem ferir os outros. “Eu quero levar isso para sempre na minha música”.

Sin Sin Sin

Você pode ouvir “Sin sin sin” pelo site http://lebutcherettes.bandcamp.com/ e visitar o site da banda em http://lebutcherettes.net/. Neste ano, Le Butcherettes já excursionou com Queens of the Stone Age, atualmente está abrindo alguns shows de The Flaming Lips e se prepara para abrir os de Iggy & The Stooges em dezembro.



2. Integrantes

a. atuais: 


Teri Gender Bender - vocais, letras, guitarra, teclados
Lia Braswell - bateria
Omar Rodriguez Lopez - baixo e produção artística

b. ex integrantes:

Auryn Jolene - bateria
Normandi Heuxdaflo - bateria
Gabe Serbian (The Locust) - bateria
Carlos Om - baixista
Quique Rangel (Cafe Tacvba) - baixista
Ana Cristina Moreno (Descartes a Kant) - baixista
Gustavo Limon - baixista
Jonathan Hischke (Broken Bells, Hella, Dot Hacker) - baixista, teclados

c. ex integrantes de performance em palco:

Paulina Rangel - dançarina
Daniella Morbid - dançarina
Chiva Rodriguez - dançarina
Loyana Ramirez - dançarina
Ma. Teresa Cosio (mãe de Teri) - "Butcher Dancer"
Sui Zhen - Destacou-se nos backing vocals no festival de Barcelona Sonar





2. Albuns:


Sin Sin Sin (May 10, 2011)


EPs

Kiss & Kill (2008)



iTunes Live: SXSW (2011)





3.Vídeos:

3.1 Entrevistas:



Indio TV: Le Butcherettes


Entrevista con Le Butcherettes (parte 1 de 2)


Entrevista con Le Butcherettes (parte 2 de 2)

............................................................................................
3.2 Músicas



Le Butcherettes - I'm Queen


Le Butcherettes - Honey Honey


Le Butcherettes - Bang


Le Butcherettes - Mr. Tolstoi


Le butcherettes- Kiss and kill


Le Butcherettes - Henry Don't Got Love (Music Video)


Le Butcherettes 1 "New York" (Terroreyes TV)


Les Butcherettes Live @ The Congress Theatre Song 2.MP4


Le Butcherettes - I'm Getting Sick of You


Le Butcherettes - Empty Dimes w/Omar Rodriguez-Lopez [HD] LIVE


Le Butcherettes - Tonight w/Omar Rodriguez-Lopez [HD] LIVE


(Le Butcherettes) Teri Gender Bender and Adanowsky - Don't Try To Fool Me


Le Butcherettes - Leibniz Language [HD] LIVE Fun Fun Fun Fest 2011


LE BUTCHERETTES - FEMINIST POLITICS/SIX MORE


Le Butcherettes - Last Tear



4. MAIORES INFORMAÇÕES:






5. Entrevista com LB no Planeta Plutão


*Entrevista: Teri Gender Bender (Le Butcherettes) fala-nos de pecado.

Posted: October 8th, 2011 


Le Butcherettes estiveram presentes no palco secundário da última edição do Festival Ritek Paredes de Coura. O Planeta Plutão teve agora a oportunidade de entrevistar a líder da banda, Teri Gender Bender. Esta fala-nos um pouco sobre esta nova fase da banda, e aquilo que a leva a comportar-se como um animal em palco (quem viu o concerto sabe do que falamos).




No passado Agosto estiveram no Festival Paredes de Coura, em Portugal. Reparei que, apesar de haver alguns fãs da banda, a maior parte do público provavelmente nunca tinha ouvido falar de vocês. Como é tocar para uma multidão que não vos conhece? É mais intimidante?


Eu acho que é muito melhor quando as pessoas não te conhecem. Não quero soar vulgar, mas é quase como quando fazes amor pela primeira vez, não há qualquer pressão. OK, há sempre aquela pressão de teres de dar o teu melhor, mas não tens de te preocupar em manter uma certa postura porque estás a dar uma primeira impressão. E a primeira impressão é sempre muito importante, e dá-me inspiração. Quando o público já te conhece é mais difícil de impressionar.



Não tens medo de assustar/chocar as pessoas? Quero dizer, comer fruta do chão e cuspi-la para o público não é algo propriamente comum de se ver.

Quando estou em cima do palco é das poucas vezes que tenho a liberdade de fazer o que quero sem limitações… Bem, há sempre limitações. As limitações físicas, por exemplo. Posso saltar, cair no chão e magoar-me. Mas essa coisa de comer fruta, atirá-la para o público… Sou apenas eu a ser livre. Não o faço para chocar ninguém. Faço-o porque sinto que posso fazê-lo, e digo a mim mesma para não me arrepender mais tarde porque devo aproveitar o momento. Mas sim, às vezes as pessoas ficam chocadas. Às vezes a minha mãe liga-me a dizer que devem achar que sou louca. Mas pronto, é a minha mãe e ela só está preocupada comigo. Mas não o faço para chocar as pessoas, sou apenas eu a querer libertar o animal que há em mim sem quaisquer limitações. Numa situação normal há regras, limitações. Há a sociedade, não é? Mas em cima do palco somos um pouco mais livres do que o normal. Às vezes as pessoas acham que me estou a exibir, mas não. Fora do palco sou completamente diferente, é verdade. Mas é como se estivesse a viver uma vida dupla, e estar em cima do palco chega a ser como uma terapia.





Foi a primeira vez que vieram a Portugal? O que achaste?

Oh, sim foi a minha primeira vez em Portugal e adorei! Estivemos em Espanha antes, e gostei muito uma vez que sou metade espanhola. Mas Portugal tem algo de mágico, e o melhor do festival onde estivemos é que era no meio da natureza, no meio da floresta. Eu sou mais uma pessoa de floresta do que propriamente de praia, mas Portugal tem ambos. Tem tudo aí!


Lembro-me da altura da música I’m Queen em que Les Butcherettes era formada apenas por ti e por outra rapariga. Como acabaram sendo apenas uma rapariga e dois rapazes? Como se conheceram e… onde está a outra rapariga?

É uma história triste, na verdade. A outra rapariga era a minha melhor amiga. Eu comecei com a banda e pedi-lhe que fizesse parte do projeto, mas à medida que o tempo avançou ela passou a odiar-me, não sei. Eu sou uma boa pessoa, nunca digo “não”. E acho que de alguma forma ela aproveitou-se disso. Mas quando me impus e comecei a dizer “não”, ela ficava furiosa. E um dia deixou a banda. De um dia para o outro ela desapareceu da minha vida. Chegou a hackear o MySpace, o Twitter, e até criou um vídeo a dizer que eu era má pessoa… Foi algo pessoal, mas eu gostava de a ver agora. Não faço ideia de onde ela esteja. Mas boas oportunidades surgiram do nada, e a agência William Morris Endeavor, na California, quis representar a banda. Eu disse “OK, perfeito”. Mudei-me para LA e passei a focar-me não só no México mas sim no mundo. E foi aí que conheci o Gabe e o Jonathan, que estão agora comigo na banda. Mas nada é permanente.



O que significa para ti abrir os concertos de Iggy & The Stooges e Flaming Lips?

Acho fantástico! As pessoas com quem estou trabalham duro, e querem ver-nos lá fora… E eu tenho algum pavor a viajar e contactar com pessoas, mas é a vida. Nós temos de falar com pessoas, temos de ir lá para fora e mostrar-lhes o nosso coração. Isso sempre foi um desafio para mim, porque sou muito tímida. Mas acaba por compensar tudo. Iggy And The Stooges, Flaming Lips… mal acredito. Faz-me sentir tão feliz. É engraçado como só por tocares guitarra acabas por conhecer pessoas que respeitaste e admiraste a tua vida inteira.

Sei que Sin Sin Sin foi produzido por Omar Rodriguez Lopez. Achas que é determinante para o sucesso de uma banda estar associado a um artista conceituado?

Bem, isso é uma boa pergunta. Ao início eu sofria por causa dessa insegurança. Perguntava-me se as pessoas iam ouvir o meu álbum por minha causa ou por causa de o Omar o ter produzido… Mas sinceramente acho que é um pouco de ambos. Sim, ele produziu, mas ele não se impôs na música, ele deu-me liberdade e respeitou o minimalismo do álbum. O Omar dizia para relaxar e não me preocupar. As pessoas sempre falam, mas tenho de deixar que a música fale por si.




Que influências achas que estão presentes no álbum Sin Sin Sin?

Ahm, na altura que fiz o álbum ouvia muito Spice Girls… Estou a brincar, na altura que fiz o álbum ouvia muito… Deixa-me pensar. Oh, David Bowie! Eu escrevi o álbum quando tinha 17 anos, mas só foi produzido muito tempo depois porque no México não quiseram saber. Mas sim, na altura ouvia muito David Bowie, Dead Kennedys, Siouxsie and the Banshees… Sim, essa gente. Agora tenho ouvido muito Primus.

Porquê Sin Sin Sin?

Basicamente porque quando eu era pequena sempre conheci outras pessoas que eram ensinadas a ter vergonha em relação às coisas más que faziam. Na cultura mexicana, desde que nascemos que nos ensinam que somos pecadores. E isso é um pouco triste. Desde que és novo tens de ir à missa, ser baptizado, fazer a comunhão… Mas eu nunca passei por isso, e no México isso era uma grande falha. A minha mãe sempre foi julgada por não me ter batizado, e acho que isso sempre me afetou um pouco à medida que fui crescendo.




E quanto ao futuro de Le Butcherettes? Alguns planos em mente?

Bem, adorava conhecer-te. A sério, é um dos meus planos, seria fantástico se um dia eu fosse aí ou tu viesses aqui… Seria ótimo. Porque sinceramente, planos para o repertório da banda…  Tudo pode acontecer! E a vida é tão delicada. Eu não sei se um dia vou acordar e vou dizer “vou começar a criar cachorros!”. Bem, não sei… Não costumo ter expectativas. Eu só espero ter saúde. Desde que estejas saudável de corpo e mente, podes fazer tudo. Continuar a tocar, conhecer pessoas… eu quero é conhecer pessoas!



Le Butcherettes – New York






6.Fontes:


Blog A Escrevedora

http://escrevedora.wordpress.com/2011/09/28/le-butcherettes-aderecos-sangue-e-feminismo


*Site Planeta Plutão:

http://www.planetaplutao.net/?p=1467

Les Butcherettes no Last Fm

http://www.lastfm.com.br/music/Le+Butcherettes
Adicionar no MySpace !

2 comentários:

  1. Vlw colega!
    Sinta-se à vontade para participar em nosso Blog!
    Grande Abraço,
    Fox

    ResponderExcluir

Colabore conosco, deixando sua mensagem, sugestão ou crítica. A equipe Sweet Rock'n'Roll agradece!